Funcionários dos três hospitais (Calixto Midlej Filho, São Lucas e Manoel Novaes) administrados pela Santa Casa de Itabuna fizeram protesto, na porta do Calixto, ao meio-dia de quinta-feira (8), contra o constante atraso no pagamento dos salários.
A manifestação foi organizada pelo sindicato que congrega o pessoal da saúde. Em obediência à legislação trabalhista, o sindicato optou pelo protesto somente após o quinto dia útil do mês subseqüente ao do vencimento do prazo para o pagamento dos salários de agosto.
O atraso, segundo o sindicato, já virou rotina e a continuar assim os trabalhadores não descartam uma paralisação das atividades.
Hoje, a Santa Casa, segundo o sindicato dos trabalhadores, recebe cerca de R$ 3 milhões por mês do SUS.
“Em vez de pagar aos funcionários, a Santa Casa paga, primeiro, aos fornecedores, como por exemplo a empresa do próprio provedor Renan Moreira a TRRR. A segunda prioridade deles é o investimento em obras e melhorias nos hospitais. O trabalhador fica por último”, acusa o diretor do sindicato, João Evangelista.
Os servidores também reclamam da jornada exaustiva, de "assédio moral por parte da administração" e de humilhação quando levam parentes para ser atendidos. "Todo mundo que chega passa na nossa frente, especialmente se tiver convênio ou for particular".
Espaço para denúncias, devaneios, reflexões, desabafos, dicas culturais e outras coisas mais.
sábado, 10 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Juiz condena o Pseudo advogado Cosme Reis a 4 anos de Prisão
em regime aberto, convertidos em prestação de serviços comunitários por 1.440 horas e pagamento de 10 salários mínimos a uma entidade pública, a ser escolhida pelo juiz de Execução Penal.
A condenação, decidida pelo juiz da 2ª Vara Crime de Itabuna, Antônio Carlos Rodrigues de Moraes, ainda pode ser contestada com recurso. Cosme Reis foi condenado por entrar com dois processos contra o juiz Benedito Coelho em 2005.
Nos dois processos, a Corregedoria de Justiça verificou que o juiz era inocente. O Ministério Público Estadual, então, abriu uma ação por denúncia caluniosa contra o advogado Cosme Reis. Mas a história tem componentes impressionantes, segundo o depoimento das testemunhas.
Durante a Ação Penal 0017254-11.2009.805.0113 foram ouvidas as pessoas envolvidas no processo que fez Cosme Reis retaliar o juiz Benedito.
Cosme Reis provocou um processo administrativo contra Benedito na Corregedoria Geral de Justiça do interior, sob o número PA 56.365/2008, acusando o juiz de desviar R$ 20 mil referentes ao pagamento de advogados de um caso
Infundado
A Corregedoria entendeu o fato como inexistente e arquivou a representação. Não satisfeito, o advogado entrou com outra representação, esta na Procuradoria Geral de Justiça da Bahia, com o nº. 003.0.182588/2008, que gerou um novo processo disciplinar, sob o número PA 5344/2009.
Este acusava não só o juiz Benedito Coelho, como os advogados Marilene Ribeiro Aboboreira e Robervan Barbosa de Melo. Assim como o anterior, este processo foi julgado a favor dos réus e arquivado na Corregedoria das Comarcas do Interior.
Tudo começou com uma Ação de Execução Cível de Antônio Francisco da Silva contra a Seguradora Aliança, em 1998, que terminou com despacho favorável do juiz Benedito Coelho. A advogada de Antônio era Marilene, mas ela teve que deixar o caso para ser delegada.
Antônio conta que procurou Robervan para atuar em sua defesa e este o apresentou a Cosme Reis, informando que ambos eram sócios no escritório de advocacia. Antônio fez questão de dizer a Cosme que Marilene tinha direito de receber seus honorários no final.
Cosme tranquilizou o depoente dizendo que a parte dela seria reservada nos autos. Um tempo depois, foi chamado pelo advogado para receber um alvará no Banco do Brasil, mas estranhou o valor cobrado por Cosme, pouco mais de R$ 61 mil.
Valor alto
“Não precisa ser expert em contas para saber que 20% sobre R$ 175 mil não atinge a quantia de R$ 61 mil,” disse em depoimento. Mas, pagou, achando que as partes de Marilene e Robervan estavam incluídas naquele valor.
Quatro meses depois foi procurado por Marilene e ficou sabendo que ela não tinha recebido nada, mesmo constando nos autos R$ 20 mil em seu nome. Antônio então assinou uma petição concordando em pagar R$ 20 mil a ela em honorários.
Os dois foram ao juiz Benedito e isso provocou uma “guerra” a respeito dos alvarás. Antônio diz que Cosme Reis ligou várias vezes para sua casa e seu trabalho fazendo ameaças. Depois, o filho de Cosme, Mateus, passou a ligar.
Segundo Antônio, Mateus o chamou de “velhaco”, “vagabundo”, e disse que teria que pagar seu pai, senão ele iria “colocar o Dr. Luiz Bezerra em cima dele” para tomar sua casa. Ele então pediu a Cosme Reis que falasse para o filho não ligar mais para sua casa.
Um acordo
Depois, Robervan apresentou a Antônio a Dra. Magnalva, que intermediou um acordo com Cosme Reis sobre o que ele achava que ainda lhe era devido. Após duas reuniões, foi acertado um pagamento de R$ 37 mil.
O valor incluía a desistência de Cosme representar contra os advogados e o juiz.
Antônio conta que, antes deste acordo, foi levado por Cosme Reis a uma reunião no gabinete pessoal do então presidente da OAB/Itabuna, Oduvaldo, para que explicassem o valor cobrado a título de “sucumbência”, palavra que ele não conhecia.
No local estavam os três mais o filho de Cosme, Francisco e uma pessoa que Antônio não conhecia nem foi apresentada a ele. O que chamou a atenção de Antônio foi Oduvaldo dizer que devia pagar Cosme porque ele iria “tirar esse Juiz da Comarca”. Todas as informações são da sentença.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
JUSTIÇA CASSA 32 PREFEITOS BAIANOS MAS 21 RETORNAM
As cassações dos prefeitos de Camamu, Ioná Queiroz (PT), de Maragojipe, Sílvio Ataliba (PT), e de Madre de Deus, Eranita Brito (PMDB), ao longo da semana passada, completaram uma lista de 32 gestores baianos eleitos em 2008 e alvos de cassação pela Justiça.
Destes, 21 voltaram ao poder ou nem chegaram a ser afastados. Sílvio Ataliba, por exemplo, foi destituído no dia 10, mas já tem seu retorno garantido. A maioria (26) ainda aguarda a finalização dos recursos nas instâncias superiores para saber se chega ao final do mandato.
Seis casos já foram encerrados, com um absolvido: Anfrísio Rocha, de Piripá, que nunca saiu do cargo. Foram definitivamente afastados: Edvaldo Rodrigues, de Queimadas; Frei Dilson, de Itamaraju (renunciou); Ioná Queiroz, de Camamu; o eleito Zezinho e o segundo colocado, Toninho, de Iramaia; e Reivaldo Fagundes, de Lajedo do Tabocal. Nas duas últimas foram realizadas eleições suplementares.
Confira matéria completa n´A Tarde
Destes, 21 voltaram ao poder ou nem chegaram a ser afastados. Sílvio Ataliba, por exemplo, foi destituído no dia 10, mas já tem seu retorno garantido. A maioria (26) ainda aguarda a finalização dos recursos nas instâncias superiores para saber se chega ao final do mandato.
Seis casos já foram encerrados, com um absolvido: Anfrísio Rocha, de Piripá, que nunca saiu do cargo. Foram definitivamente afastados: Edvaldo Rodrigues, de Queimadas; Frei Dilson, de Itamaraju (renunciou); Ioná Queiroz, de Camamu; o eleito Zezinho e o segundo colocado, Toninho, de Iramaia; e Reivaldo Fagundes, de Lajedo do Tabocal. Nas duas últimas foram realizadas eleições suplementares.
Confira matéria completa n´A Tarde
HOSPITAL TEM FANTASMAS ESTRANGEIROS
Revelação da coluna De rodapés e de achados, d´O Trombone
Chega-nos uma confidência, tendo por referência o baú da tesouraria do Hospital de Base [de Itabuna]. Apenas como amostragem, foram encontrados fantasmas nacionais e internacionais. Um, de Coimbra, recebia uma “ajuda” de 3 mil reais. Outro, nacional graduado no âmbito profissional, um “adjutóro” de 12 mil.
Há gente que percebe da instituição 30 mil para atender à população e hoje enfrenta a nova gestão do FASI até com ameaças. Não para trabalhar, mas para ver se não perde a “boquinha” de ganhar sem suor e esforço.
Como é lindo viver quando se tem padrinho bom!
Há gente que percebe da instituição 30 mil para atender à população e hoje enfrenta a nova gestão do FASI até com ameaças. Não para trabalhar, mas para ver se não perde a “boquinha” de ganhar sem suor e esforço.
Como é lindo viver quando se tem padrinho bom!
ATÉ REGINA DUARTE FAZ PAPEL DE FANTASMA NA CÂMARA DE ILHÉUS
Regina Duarte da Silva e outras nove pessoas integram uma lista de funcionários fantasmas da Câmara de Vereadores de Ilhéus. Segundo o Blog do Gusmão, o esquema desviou, no período de março a maio de 2011, o valor de R$ 83.700,00 dos cofres municipais.
Além de Regina Duarte, que naturalmente não é atriz, mas interpretou um papel importante na novela da mamata, faziam parte do elenco fantasmagórico: Joel Siviriano dos Santos, José Francisco Santos, Luís Wagner Silva de Almeida, Luzimar Silva Souza, Monique Souza Melo, Osvaldo Reis de Souza, Paulo Vítor de Oliveira Cunha, Sonilda Teixeira Brito e Tiago Genoveva Souza.
A descoberta de que a Câmara de Ilhéus é uma verdadeira casa mal-assombrada pode resultar na queda do presidente do legislativo, vereador Edvaldo Nascimento, o Dinho Gás, do PSDC. As bancadas do PT, PSB, PP e PPS querem a cabeça do presidente.
Além de Regina Duarte, que naturalmente não é atriz, mas interpretou um papel importante na novela da mamata, faziam parte do elenco fantasmagórico: Joel Siviriano dos Santos, José Francisco Santos, Luís Wagner Silva de Almeida, Luzimar Silva Souza, Monique Souza Melo, Osvaldo Reis de Souza, Paulo Vítor de Oliveira Cunha, Sonilda Teixeira Brito e Tiago Genoveva Souza.
A descoberta de que a Câmara de Ilhéus é uma verdadeira casa mal-assombrada pode resultar na queda do presidente do legislativo, vereador Edvaldo Nascimento, o Dinho Gás, do PSDC. As bancadas do PT, PSB, PP e PPS querem a cabeça do presidente.
MP DENUNCIA VALDERICO, EX-SECRETÁRIA E EMPRESÁRIO
HAJA CANETA!
A produção de escândalos em escala industrial tem caracterizado a gestão do vereador Dinho Gás (PSDC) à frente da Câmara Municipal ilheense, mas – segundo o Blog do Gusmão – é o ex-presidente Jailson Nascimento (PMN) quem estaria por trás de muitos dos malfeitos que pesam nas costas do outro.
Gusmão afirma que contratos assinados por Dinho Gás são de “extremo interesse” de Nascimento.
Um deles seria para a compra de material de escritório na papelaria do também ex-vereador Gilmar Sodré. Só canetas esferográficas foram adquiridas mais de 10 mil, segundo uma fonte da Câmara.
Se for para escrever a história das negociatas e os contos de fantasmas do legislativo municipal, talvez o número de canetas até seja insuficiente.
Gusmão afirma que contratos assinados por Dinho Gás são de “extremo interesse” de Nascimento.
Um deles seria para a compra de material de escritório na papelaria do também ex-vereador Gilmar Sodré. Só canetas esferográficas foram adquiridas mais de 10 mil, segundo uma fonte da Câmara.
Se for para escrever a história das negociatas e os contos de fantasmas do legislativo municipal, talvez o número de canetas até seja insuficiente.
CORONEL SANTANA É DENUNCIADO PELO CONSELHO DE SAÚDE
Do A Região Online
O Conselho Municipal de Saúde de Itabuna enviou um ofício a várias autoridades, denunciando a manobra do deputado Gilberto Santana, que propõs aos vereadores extinguir o CMS para evitar denúncias contra sua irmã, que administra o Hospital de Base.
“O deputado, ao solicitar a destituição do Conselho, está indo contra a Constituição Brasileira”. O Conselho aproveita para ensinar ao deputado as leis que ele ignorar, apesar de ter sido eleito para uma casa que propõe leis.
“Os Conselhos de Saúde são órgãos de controle social e participação da comunidade na organização, gestão, fiscalização do Sistema Único de Saúde, SUS, previstos no artigo 198, inciso III da Constituição Federal”.
“Eles são amparados pelas Leis Federais nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, e nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, além da Resolução 333, de novembro de 2003, do Conselho Nacional de Saúde”.
“Seria muito bom se o deputado fosse visitar os usuários do SUS que tentam ter acesso às unidade de Saúde, que precisam da saúde bucal, do CREADH, do CAPS, conversar com os trabalhadores do setor”.
“A Saúde de Itabuna não se resume em Hospital de Base. É preciso que o deputado procure saber da gestão municipal o que tem sido feito com os recursos da Atenção Básica, pois esta é a porta de entrada do SUS e tem que estar fortalecida”.
Entre outros, o CMS enviou o oficio aos ministério públicos Estadual e Federal, secretário Estadual de Saúde, Conselho Nacional de Saúde, CGU, Assembleia Legislativa e à Câmara de Itabuna. E aproveitou para dar exemplo de como o deputado trata o CMS.
“Nos dias 10,11 e 12 foi realizada a 5ª Conferência Municipal de Saúde de Itabuna. Mas no dia 12, com a Conferência em andamento, foi agendada pela Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa uma audiência pública para discutir sobre a saúde do município”.
“O Conselho de Saúde não foi convidado nem informado sobre o evento”. Foi nesta audiência que o deputado Gilberto Santana propôs, para espanto de todos, a extinção do CMS e criação de um novo, com pessoas sugeridas por ele.
O Conselho Municipal de Saúde de Itabuna enviou um ofício a várias autoridades, denunciando a manobra do deputado Gilberto Santana, que propõs aos vereadores extinguir o CMS para evitar denúncias contra sua irmã, que administra o Hospital de Base.
“O deputado, ao solicitar a destituição do Conselho, está indo contra a Constituição Brasileira”. O Conselho aproveita para ensinar ao deputado as leis que ele ignorar, apesar de ter sido eleito para uma casa que propõe leis.
“Os Conselhos de Saúde são órgãos de controle social e participação da comunidade na organização, gestão, fiscalização do Sistema Único de Saúde, SUS, previstos no artigo 198, inciso III da Constituição Federal”.
“Eles são amparados pelas Leis Federais nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, e nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, além da Resolução 333, de novembro de 2003, do Conselho Nacional de Saúde”.
“Seria muito bom se o deputado fosse visitar os usuários do SUS que tentam ter acesso às unidade de Saúde, que precisam da saúde bucal, do CREADH, do CAPS, conversar com os trabalhadores do setor”.
“A Saúde de Itabuna não se resume em Hospital de Base. É preciso que o deputado procure saber da gestão municipal o que tem sido feito com os recursos da Atenção Básica, pois esta é a porta de entrada do SUS e tem que estar fortalecida”.
Entre outros, o CMS enviou o oficio aos ministério públicos Estadual e Federal, secretário Estadual de Saúde, Conselho Nacional de Saúde, CGU, Assembleia Legislativa e à Câmara de Itabuna. E aproveitou para dar exemplo de como o deputado trata o CMS.
“Nos dias 10,11 e 12 foi realizada a 5ª Conferência Municipal de Saúde de Itabuna. Mas no dia 12, com a Conferência em andamento, foi agendada pela Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa uma audiência pública para discutir sobre a saúde do município”.
“O Conselho de Saúde não foi convidado nem informado sobre o evento”. Foi nesta audiência que o deputado Gilberto Santana propôs, para espanto de todos, a extinção do CMS e criação de um novo, com pessoas sugeridas por ele.
VEREADOR CHAMA PREFEITO DE LADRÃO E MANDA REGISTRAR EM ATA
O vereador Gideon Ribeiro, de Barro Preto, não economizou ênfase para atacar a corrupção que ele vê tomar conta do governo do prefeito Adriano Clementino. Em um discurso duro no plenário da Câmara, Ribeiro relatou visitas ao Tribunal de Contas, onde teria encontrado diversos indícios de desmandos administrativos e corrupção.
Em meio ao discurso, o vereador chamou o prefeito literalmente de ladrão e completou: “peço que isso conste em ata”.
O último parecer do TCM sobre as contas de Clementino deverá ser analisado pela Câmara no próximo mês e quatro dos nove vereadores já anteciparam voto pela reprovação do gestor.
Em meio ao discurso, o vereador chamou o prefeito literalmente de ladrão e completou: “peço que isso conste em ata”.
O último parecer do TCM sobre as contas de Clementino deverá ser analisado pela Câmara no próximo mês e quatro dos nove vereadores já anteciparam voto pela reprovação do gestor.
Prefeita belga é flagrada fazendo sexo no alto de torre
Um vídeo publicado na internet que mostra a prefeita da cidade de Aalst, Ilse Uyttersprot, fazendo sexo com o namorado no alto de uma torre provocou polêmica na Bélgica, segundo reportagem do jornal "La Meuse".
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| Prefeita belga é flagrada fazendo sexo no alto de torre. (Foto: Reprodução) |
Segundo Ilse, o caso também não irá atrapalhar seu trabalho como prefeita.
A cena foi flagrada por um grupo de jovens sem querer, quando eles faziam filmagens da cidade.
Site de compra coletiva é proibido de vender drenagem linfática
A venda de pacotes de serviços de fisioterapia e terapia ocupacional por meio de sites de compra coletiva foi proibida, de acordo com uma resolução do Coffito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) publicada nesta quarta-feira no "Diário Oficial da União".
Entre os tipos mais comuns de tratamentos oferecidos pelos sites, estão a drenagem linfática, radiofrequência e aplicação de Manthus.
Segundo Roberto Cepeda, presidente do Coffito, a comercialização desses pacotes sem diagnóstico pode pôr em risco a saúde dos pacientes.
"O profissional tem de fazer uma primeira avaliação e só depois indicar um procedimento. Com a venda pelos sites, isso é ignorado", afirmou.
A fiscalização será realizada pelos conselhos regionais de fisioterapia e terapia ocupacional e por meio de denúncias. A punição para quem desrespeitar a resolução vai de advertência até a suspensão do exercício profissional.
O presidente do Coffito afirmou que não houve nenhum caso de morte ou problema de saúde grave por conta da venda indiscriminada desses serviços, mas que a ideia é "trabalhar preventivamente".
Os sites de compra coletiva também oferecem serviços odontológicos.
A Folha procurou o Peixe Urbano e o Groupon, dois dos maiores sites de compra coletiva do país, que já venderam esses serviços, mas ainda não obteve resposta.
Entre os tipos mais comuns de tratamentos oferecidos pelos sites, estão a drenagem linfática, radiofrequência e aplicação de Manthus.
Segundo Roberto Cepeda, presidente do Coffito, a comercialização desses pacotes sem diagnóstico pode pôr em risco a saúde dos pacientes.
"O profissional tem de fazer uma primeira avaliação e só depois indicar um procedimento. Com a venda pelos sites, isso é ignorado", afirmou.
A fiscalização será realizada pelos conselhos regionais de fisioterapia e terapia ocupacional e por meio de denúncias. A punição para quem desrespeitar a resolução vai de advertência até a suspensão do exercício profissional.
O presidente do Coffito afirmou que não houve nenhum caso de morte ou problema de saúde grave por conta da venda indiscriminada desses serviços, mas que a ideia é "trabalhar preventivamente".
Os sites de compra coletiva também oferecem serviços odontológicos.
A Folha procurou o Peixe Urbano e o Groupon, dois dos maiores sites de compra coletiva do país, que já venderam esses serviços, mas ainda não obteve resposta.
FELIPE VANINI BRUNING
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Presos por furto de cone de sinalização
Os jovens Deyvid Menezes Oliveira, 25, e Diego Galvão Monteiro, 21, moradores do bairro Santo Antônio, em Itabuna, foram presos ontem (20) após furtar um cone de sinalização de trânsito da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), no quilômetro 35 da BR-415, trecho Itabuna-Ibicaraí. Deyvid e Diego estavam no GM Corsa, placas JNX-8260.
Os cones sinalizavam a pista no local onde acabava de ocorrer um acidente grave, mas sem vítimas. Um caminhão Mercedes Benz, BYA-8054, tombou com carga de madeira. O condutor fugiu do local. Os policiais deram falta do cone logo após o furto e iniciaram perseguição a Deyvid e Diego, alcançando-os vários quilômetros depois, no bairro Lomanto.
Os jovens foram detidos e encaminhados pelos patrulheiros rodoviários para o Complexo Policial de Itabuna. De acordo com o repórter Costa Filho, Deyvid e Diego assinaram um termo circunstanciado pelo furto, e vão responder em liberdade.
sábado, 13 de agosto de 2011
PREFEITURA DE ITABUNA DECRETA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA POR CAUSA “DAS FORTES CHUVAS”
Itabuna está sob decreto de Situação de Emergência. O prefeito Capitão Azevedo justificou a medida afirmando que esta foi provocada “por enxurradas e inundações bruscas”. Está lá, no decreto 9.470, de 08 de agosto de 2011. O prazo da situação de emergência é de 90 (noventa) dias, prorrogável por mais 90 (noventa) dias, caso se faça necessário.
O problema é a chuva. Aliás, a falta de chuva. Não se tem notícias de chuvas torrenciais nesse mês. Aliás, no sábado (6), a região enfrentou um dia típico de inverno. Chuva fina, durante todo o dia. Nada tão torrencial que motivasse um decreto de Situação de Emergência.
Esse decreto cheira, na verdade, a manobra para conseguir uma folga no orçamento, já que dá direito a celebrar convênios, fazer compras sem licitação e pegar dinheiro no Ministério da Integração Nacional e outros órgãos do Estado e da União.
Confira o “decreto” aqui
Bandido Renan Moreira não quer deixar o "osso" e indica Carlinhos Bavil para ser o próximo Provedor da Santa Casa de Itabuna, e permanecer com o contrato da sua empresa TRRR junto a Sta Casa.
A GUERRA NA SANTA CASA I
A eleição para a Provedoria da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna já começa a dar o que falar. Ao invés da escolha de “irmãos” para dirigir a entidade mantenedora dos hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novais e São Lucas, o pleito promete se transformar numa guerra que nada tem de santa.
A guerra fraticida, se que assim pode ser chamada, divide os irmãos da entidade em dois grupos: o dos médicos e dos não médicos, cumprindo a profecia que dizem ter sido feita por Calixto Midlej Filho, de que quando “um médico fosse escolhido provedor a Santa Casa regrediria”.
Verdade ou não, a tal profecia é dita a boca pequena em Itabuna e nesta eleição estará mais forte que nunca. De um lado, o candidato do grupo liderado pelo médico Sílvio Porto, que é o também médico Silvany Chaves. Do outro, o candidato do atual provedor, Renan Moreira, que indicou o nome do empresário do ramo de combustíveis, Carlos Azevedo, conhecido como Carlinhos Bavil.
A GUERRA NA SANTA CASA III
Qual será a causa de tanta briga por parte desses grupos que pretendem assumir a provedoria de uma entidade que há anos vive em constante dificuldade, sem recursos para honrar o pagamento de funcionários e fornecedores? Na certa, benemerência não deverá fazer parte da intenção desses “anjinhos”.
O certo é que a cada eleição é um “Deus nos acuda” e provoca um fratricídio na base. Além do período eleitoral, é muito comum “esse delito” também é visto com frequência durante o mandato. O último aconteceu durante a negativa de um dos irmãos da diretoria não aceitar por sua assinatura numa prestação de contas. O mais grave é que esse irmão ocupava o cargo relevante para atestar o tal documento.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
EMPRESÁRIO DENUNCIA CHEFE DAS LICITAÇÕES EM ITABUNA
O empresário Alfredo Baracat Habib, da empresa CCX Construções e Produtos Cerâmicos Ltda., acusa a chefe do Setor de Compras e Licitações da Prefeitura de Itabuna, Janice Borges, de promover manobras para impedir a livre participação em processo licitatório realizado pelo governo municipal.
Segundo Habib, sua empresa solicitou por diversas vezes o edital referente à tomada de preços de número 005/2011, cuja habilitação e abertura de preços ocorreria no dia 21 de junho último. O empresário conta que, desde o dia 8 de junho, vários funcionários seus tentaram, sem sucesso, retirar o edital na Prefeitura.
Nas primeiras tentativas de obtenção do edital, servidores do Setor de Licitações sempre afirmavam que o documento não estava disponível, pois faltaria “a verificação de alguns itens”. Posteriormente, a própria Janice Borges teria dito que o edital poderia ser retirado no dia 16 de junho.
A “novela” prosseguiu, até que no dia 19 Janice Borges telefonou para Baracat, informando que a tomada de preços teria sido prorrogada e haveria nova publicação do extrato do edital. Segundo o empresário, a ligação foi feita do celular pessoal da chefe do Setor de Licitações.
INDÍCIO DE FRAUDE – O fim dessa história indica falta de transparência, possível direcionamento e pouca honestidade no Setor de Licitações da Prefeitura. No dia 4 de julho, um funcionário da CCX telefonou para aquele setor para saber sobre a tomada de preços e recebeu a informação de que a abertura das propostas ocorrera exatamente a 21 de junho, dois dias após aquele telefonema em que a chefe do Setor de Licitações informou sobre a “prorrogação” da TP.
“Jamais ocorreu mudança alguma”, revolta-se Baracat. Ele registra que no jornal Agora com data de 09 a 11 de julho, saiu o resultado da TP 005/2011, que teve como vencedora a empresa Casa Própria Material p/Construção e Construtora Ltda. Detalhe: esta foi a única participante do certame.
“É realmente vergonhoso e revoltante ver que irregularidades como esta acontecem sem qualquer punição para os executores”, protesta o empresário da CCX. Ele diz que teve “seu direito cerceado para favorecimento de uma só empresa”.
Baracat vai pedir a suspensão do processo licitatório, que para ele foi viciado. Pedirá também a punição dos responsáveis pela TP 005/2011.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
NICOLE ATROPELA TURISTA
A bruxa está solta no Pânico! Depois de Sabrina Sato ter sido internada com pneumonia, agora foi a vez da bela Nicole Bahls se meter em uma encrenca das boas. Na noite de terça-feira (31), enquanto voltava do Fashion Rio com um amigo para jantar no Leblon, no Rio de Janeiro, a modelo atropelou um turista italiano da esquina das ruas Dias Ferreira e Rainha Guilhermina.
A panicat e o amigo estavam indo jantar no badalado Sushi Leblon quando o caso aconteceu. O italiano estava fazendo sinal e se preparava para entrar em um táxi quando a modelo bateu com seu carro nele. O turista ficou preso entre os dois carros e precisou ser encaminhado para o Hospital Miguel Couto, próximo ao local.Já Nicole seguiu para a 14ª DP (Leblon) para prestar depoimento. A panicat estava visivelmente abalada, disse que não bebe e que, com medo, não vai mais dirigir seu carro, do modelo Hyundai Veracruz.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Especialistas em urânio vêm ao Brasil estudar o Palocci enriquecido
Governo pede beatificação de Palocci por milagre da multiplicação do patrimônio
Posted: 30 May 2011 09:04 AM PDT
A situação de Palocci com a oposição, porém, se agravou. Até aliados ficaram contra o ministro. O PMDB se rebelou e aumentou a pressão contra Palocci. Houve troca de insultos e o ministro chegou a ser ofendido: “Por pouco não me chamaram de membro do PMDB. Isso é um absurdo.”, disse o ministro. Lula teve que intervir, para desespero da oposição. “O Lula, mais uma vez, meteu o dedo onde não devia.
Achei que ele tivesse aprendido a lição.”, disse um deputado da oposição.
O ministro passou a semana sendo alvo de honrarias. Na segunda-feira ele recebeu o prêmio patriota da década, entregue pelo ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota. “Eu achei que eu fosse o Antônio Patriota, mas o verdadeiro Antônio Patriota é o Antônio Palocci. Não é sempre que alguém abre mão de uma capacidade de fazer fortuna como essa para vir trabalhar no governo”.
Otileno Junior
STJ dá prazo para magistrados se defenderem
Cofres e maçonaria
Magistrados de Mato Grosso, denunciados pelo Ministério Público Federal, têm 15 dias para apresentar defesa. A notificação foi dada pelo Superior Tribunal de Justiça ao desembargador José Ferreira Leite e aos juízes Marcelo Souza de Barros e Marcos Aurélio dos Reis Ferreira. Eles são acusados pelo crime continuado de peculato — apropriação por funcionário público de bem público ou particular em razão do cargo que ocupa — por causa de pagamentos feitos de forma irregular, dentro do TJ de Mato Grosso, com o intuito de prestar socorro financeiro para a maçonaria.
A decisão do ministro João Otávio de Noronha, relator do caso, foi publicada na edição do Diário Eletrônico da Justiça da última sexta-feira (27/5), mesmo dia em que a notificação foi enviada ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O prazo de 15 dias para manifestação dos denunciados começa a contar a partir do recebimento da notificação. Após a apresentação da defesa, o relator levará o caso à Corte Especial, que decidirá se aceita ou não a denúncia do MPF.
Na mesma decisão, Noronha retirou o sigilo do processo. Ele considera que não há fato sigilioso porque “os cargos públicos ocupados pelos denunciados, per si, não atraem a hipótese de que os autos venham a ser acobertados por essa reserva”.
No inquérito que deu origem a esta ação penal também foi investigada a participação de outros sete magistrados no desvio de recursos públicos. Eles foram aposentados compulsoriamente por decisão do Conselho Nacional de Justiça. Porém, o ministro Celso de Mello concedeu liminar e eles voltaram ao trabalho. O mérito do caso ainda será analisado pelo STF.
Ação Penal 668
Com informações da Assessoria de Imprensa do Superior Tribunal de Justiça.
Ricardo Mansur é condenado a 11 anos de detenção
Gestão fraudulenta
Por Fernando Porfírio
Por Fernando Porfírio
O empresário Ricardo Mansur, de 62 anos, foi condenado pela Justiça Federal em São Paulo. O juiz substituto Marcelo Costenaro Cavali, da 6ª Vara Criminal Federal, especializada em lavagem de dinheiro, condenou Mansur em dois processos a penas que somam 11 anos e meio de detenção.
O crime atribuído ao empresário é o de gestão fraudulenta da Mappin Previdência Privada e do Banco Crefisul. O empresário foi presidente e acionista controlador das duas instituições privadas. “A culpabilidade demonstrada merece especial reprovabilidade não apenas pelo descaso com o sistema financeiro, mas pelo fato de o acusado ter procurado lograr os órgãos de controle”, afirmou o juiz Marcelo Costenaro Cavali.
O juiz concedeu o benefício de Mansur apelar da sentença em liberdade. Ele pegou 6 anos de reclusão no processo do Mappin e mais 5 anos e 6 meses no processo Crefisul, além do pagamento de dias multas no valor de um salário mínimo. Nas duas ações, ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal por violação ao artigo 4º da Lei 7492/86 (Lei do Colarinho Branco). No caso do Crefisul, os prejuízos globais a terceiros, segundo apuração do Banco Central, chegam a R$ 407,5 milhões.
No caso do Mappin Previdência Privada, as fraudes atribuídas a Mansur e a outros dois dirigentes, também condenados, teriam ocorrido entre 30 de junho de 1998 e 4 de agosto de 1999, quando foi decretada a liquidação extrajudicial da empresa. Investimentos da MPP excederam os limites do enquadramento legal por cinco anos.
A concentração de investimentos em empresas do mesmo grupo “agravou-se a partir da gestão Mansur”. A Procuradoria apontou nove operações que caracterizaram concentração ilegal do capital da MPP em companhias de Mansur.
No início de maio, Ricardo Mansur foi condenado pela Justiça Federal do Rio de Janeiro. O réu recebeu pena de três anos e seis meses de reclusão e pagamento de uma multa que a valores atuais ultrapassa R$ 5,8 milhões pelo crime de apropriação indébita previdenciária.
Mansur foi acusado de ter deixado de repassar à Previdência Social, entre dezembro de 1997 e junho de 1999, as contribuições recolhidas dos salários dos empregados da Mesbla. Em 2006, a dívida totalizava R$ 4,6 milhões que caberá ao INSS cobrar judicialmente.
A condenação do empresário foi determinada pelo juiz Gilson David Campos, da 8ª Vara Federal Criminal do Rio. O juiz concedeu a Mansur a substituição da pena de reclusão por pena privativa de liberdade por duas penas restritivas de direitos, cujas condições serão explicitadas pela Vara de Execução Penal.
Na sentença, o juiz absolveu da mesma acusação Aluízio José Giardino, que, embora tenha sido empossado por Mansur diretor-presidente da Mesbla, em fevereiro de 1999, provou no processo jamais ter exercido tal cargo, o que descaracterizou sua responsabilidade pelo desvio dos valores recolhidos dos salários dos empregados.
O processo começou em 2000. A denúncia do MPF foi recebida em agosto de 2006, mas Mansur só apresentou sua defesa no início de 2008. A procuradora da República Solange Cabral, responsável pelo processo, disse que vai apelar da sentença na tentativa de aumentar a pena de Mansur.
O empresário chegou a ficar 51 dias preso por decisão da Justiça Federal de São Paulo, depois que espalhou boatos da quebra do Bradesco, crime pelo qual foi condenado em 2003 a três anos de reclusão em regime aberto e multa de R$ 200 mil.
Com Informações Conjur Jurídico
O crime atribuído ao empresário é o de gestão fraudulenta da Mappin Previdência Privada e do Banco Crefisul. O empresário foi presidente e acionista controlador das duas instituições privadas. “A culpabilidade demonstrada merece especial reprovabilidade não apenas pelo descaso com o sistema financeiro, mas pelo fato de o acusado ter procurado lograr os órgãos de controle”, afirmou o juiz Marcelo Costenaro Cavali.
O juiz concedeu o benefício de Mansur apelar da sentença em liberdade. Ele pegou 6 anos de reclusão no processo do Mappin e mais 5 anos e 6 meses no processo Crefisul, além do pagamento de dias multas no valor de um salário mínimo. Nas duas ações, ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal por violação ao artigo 4º da Lei 7492/86 (Lei do Colarinho Branco). No caso do Crefisul, os prejuízos globais a terceiros, segundo apuração do Banco Central, chegam a R$ 407,5 milhões.
No caso do Mappin Previdência Privada, as fraudes atribuídas a Mansur e a outros dois dirigentes, também condenados, teriam ocorrido entre 30 de junho de 1998 e 4 de agosto de 1999, quando foi decretada a liquidação extrajudicial da empresa. Investimentos da MPP excederam os limites do enquadramento legal por cinco anos.
A concentração de investimentos em empresas do mesmo grupo “agravou-se a partir da gestão Mansur”. A Procuradoria apontou nove operações que caracterizaram concentração ilegal do capital da MPP em companhias de Mansur.
No início de maio, Ricardo Mansur foi condenado pela Justiça Federal do Rio de Janeiro. O réu recebeu pena de três anos e seis meses de reclusão e pagamento de uma multa que a valores atuais ultrapassa R$ 5,8 milhões pelo crime de apropriação indébita previdenciária.
Mansur foi acusado de ter deixado de repassar à Previdência Social, entre dezembro de 1997 e junho de 1999, as contribuições recolhidas dos salários dos empregados da Mesbla. Em 2006, a dívida totalizava R$ 4,6 milhões que caberá ao INSS cobrar judicialmente.
A condenação do empresário foi determinada pelo juiz Gilson David Campos, da 8ª Vara Federal Criminal do Rio. O juiz concedeu a Mansur a substituição da pena de reclusão por pena privativa de liberdade por duas penas restritivas de direitos, cujas condições serão explicitadas pela Vara de Execução Penal.
Na sentença, o juiz absolveu da mesma acusação Aluízio José Giardino, que, embora tenha sido empossado por Mansur diretor-presidente da Mesbla, em fevereiro de 1999, provou no processo jamais ter exercido tal cargo, o que descaracterizou sua responsabilidade pelo desvio dos valores recolhidos dos salários dos empregados.
O processo começou em 2000. A denúncia do MPF foi recebida em agosto de 2006, mas Mansur só apresentou sua defesa no início de 2008. A procuradora da República Solange Cabral, responsável pelo processo, disse que vai apelar da sentença na tentativa de aumentar a pena de Mansur.
O empresário chegou a ficar 51 dias preso por decisão da Justiça Federal de São Paulo, depois que espalhou boatos da quebra do Bradesco, crime pelo qual foi condenado em 2003 a três anos de reclusão em regime aberto e multa de R$ 200 mil.
Com Informações Conjur Jurídico
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Homem encontra sacola cheia de jóias e entrega a polícia em Itacaré.
Hoje (29) pela manhã, um fato inusitado chamou a atenção de todos moradores do bairro da Passagem em Itacaré e de curiosos de toda a cidade. Um trabalhador da prefeitura de Itacaré Sr. Ivanilton Moreira De Oliveira de 39 anos, mais conhecido como Bejú, durante seu trabalho na limpeza de um dos córregos do bairro, achou uma sacola cheia de jóias entre elas pulseiras, braceletes, cordões, anéis, alguns em prata e outras em bijuteria. Aparentemente todos de grande valor, mais o Sr. Bejú nem hesitou chamou a polícia e entregou a sacola de jóia. Fato que surpreendeu a todos que testemunharam o episodio. Por se tratar de um trabalhador humilde de pouca escolaridade que dá bastante duro para ganhar seu pão de cada dia.
Houve gente que me chamou de besta, burro e otário, mais teve gente que me aplaudiu e isso pra mim basta, não quero nada do que não seja fruto do meu trabalho e suor. Diz o Sr. Bejú em entrevista a nossa equipe de reportagem.
Com Informações: Blog Itacaré Urgente.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Taiuanês cria software que detecta infidelidade
Taipé, 20 abr (EFE).- Um taiuanês criou um software que ajuda a identificar parceiros infiéis, revisando as chamadas e mensagens telefônicas e eletrônicas do parceiro, anunciou nesta quarta-feira um jornal local.
Taipé, 20 abr (EFE).- Um taiuanês criou um software que ajuda a identificar parceiros infiéis, revisando as chamadas e mensagens telefônicas e eletrônicas do parceiro, anunciou nesta quarta-feira um jornal local.
Huang Kuo-Tai revelou que seu programa pode detectar as traições com apenas teclando o número de telefone e as contas de e-mail do parceiro.
O programa fornece dados das chamadas realizadas e detecta o uso de expressões como "Te amo", "Não posso falar agora", "Passa e me pega" e outras frases similares.
"O melhor do programa é a análise das chamadas e a detecção das que são suspeitas, por exemplo as que superam os 20 minutos disparam alerta", diz Huang.
Até o momento, o programa não pode processar as mensagens instantâneas das redes sociais, mas Huang acredita que poderá fazê-lo em um futuro próximo.
O software pode ser baixado de graça na ilha e Huang está recopilando dados de usuários antes de lançá-lo no mercado.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
SANTA CASA DE ITABUNA UTILIZA TOMÓGRAFO DO HOSPITAL DE BASE
A presidente do Conselho Municipal de Saúde de Itabuna, Maria das Graças Souza, tem se posicionado contra a volta da gestão plena da saúde para prefeitura do município. Ela também se posicionou a favor da estadualização do hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães.
Mas nesta quinta-feira o secretário de saúde, Geraldo Magela, informou ao prefeito Capitão Azevedo (DEM), que há mais de 30 dais apenas o tomógrafo do Hospital de Base está funcionando em Itabuna.
Segundo Magela, até os pacientes da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna (SCMI) estão utilizando o tomógrafo do hospital de Base. O curioso é que a SCMI é particular e ainda tem sua cota no SUS, mesmo assim o tomógrafo está com defeito e por isso utiliza o do hospital de Base.
Por onde anda o Promotor Dr. Clodoaldo Anunciação para acabar com essa bandidagem comandanda pelo "Sorvedor" Renan Moreira que se apossou da Santa Casa de Itabuna, fazendo dela uma Entidade com fins lucrativos sim, o que faria com que a mesma perdesse o certificado de Filantrópica.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
ACIMA DA LEI
Flagrada em ultrapassagem indevida na rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415), uma advogada itabunense e defensora pública municipal saiu-se com essa, na tentativa de livrar-se de uma multa por infração:
- Quem paga seu salário sou eu.
O patrulheiro rodoviário não deu ouvidos e ainda fez observar que ela estava sem calçado adequado para dirigir. A advogada estrilou e disse que iria comunicar a multa ao chefe do policial.
O patrulheiro não se intimidou e desceu a “canetada” para que a desatenta senhora passe a respeitar mais as regras de trânsito.
Segundo fontes confiáveis, a defensora Pública era Loira, Professora em uma Faculdade Particular de Itabuna, ela mesmo.
- Quem paga seu salário sou eu.
O patrulheiro rodoviário não deu ouvidos e ainda fez observar que ela estava sem calçado adequado para dirigir. A advogada estrilou e disse que iria comunicar a multa ao chefe do policial.
O patrulheiro não se intimidou e desceu a “canetada” para que a desatenta senhora passe a respeitar mais as regras de trânsito.
Segundo fontes confiáveis, a defensora Pública era Loira, Professora em uma Faculdade Particular de Itabuna, ela mesmo.
ENTREVISTA: A INCRÍVEL HISTÓRIA DE UMA JUÍZA DE ITABUNA
Antigo prédio do Colégio Divina Providência pode ser demolido
O prédio do antigo Colégio Divina Providência (CDP) pode ser destruído ainda este ano, segundo denúncia do site Cia de Notícia. A prefeitura de Itabuna está empenhada em demolir o prédio, que foi tombado pelo município em 2008, para construir um estabelecimento comercial.
Através da publicação do decreto Nº 9.387, de 11 de abril de 2011, o prefeito da cidade, José Nilton Azevedo, e o secretário de Assuntos Governamentais, Carlos Burgos, formaram uma comissão composta pelo Diretor do PROCON de Itabuna, José Sidenilton de Jesus Pereira; Carlos Leahy, secretário de Indústria, Comércio e Turismo, e Veneranda Andrade Santos, advogada e secretária municipal de administração.
A comissão teria como meta estudar meios legais para promover o destombamento do prédio do antigo CDP, atendendo, dessa forma, o pedido da empresa interessada no espaço do colégio. Por sua vez, o relatório da comissão, que será publicado como esclarecimento à população de Itabuna deve ser publicado após a Semana Santa.
Ainda de acordo com Cia da Notícias, os ex-alunos e ex-professores, bem como pessoas e instituições ligadas à cultura estão querendo realizar um protesto na tentativa de coibir a ação da prefeitura e, assim, garantir a preservação de um dos poucos patrimônios históricos da cidade.
No site da prefeitura consta de "modo escondido", um Edital que convoca a população para uma audiência pública a ser realizada na próxima quarta-feira (20/04), às 15 horas, na Casa do Educador da Escola Grapiúna.
POLÍCIA IDENTIFICA MOTORISTA QUE PROVOCOU ACIDENTE GRAVE NA ILHÉUS-ITABUNA
A polícia identificou o motorista do caminhão-baú que causou o acidente grave na rodovia Ilhéus-Itabuna, por volta das 16h10min de ontem. O caminhão VW 8150, placas NTF-0528, era dirigido por Fábio Alberto do Rosário.
Uma das testemunhas do acidente, o médico Rommel Santos Pires, disse à polícia que o caminhão seguia em alta velocidade, no sentido Itabuna-Ilhéus. O motorista perdeu o controle do veículo na curva do quilômetro 17, invadindo a pista contrária e colidindo com a Ford Ranger (HEI-8259).
Os dois carros pegaram fogo logo após a colisão. A picape era dirigida por Ana Paula Santana Loures e pertence à Mars Cacau. Ana Paula sofreu queimadura nos braços, hemorragia interna e teve fraturas nas costelas. Exames também vão apontar o nível de lesão à coluna da motorista no impacto com o caminhão-baú, que pertence à Comercial Mascarenhas.
Após ter sido encaminhada pelo Samu 192 para o Hospital Geral de Ilhéus, Ana Paula Santana foi transferida para o Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna. As informações exclusivas são do repórter Costa Filho, da rádio Jornal.
terça-feira, 12 de abril de 2011
União é condenada por erro da PF em investigação
Preço da injustiça
A fatura pelos excessos da Polícia Federal cometidos há alguns anos em operações que renderam mais holofotes do que resultados práticos começa a ser cobrada no país. Há 12 dias, a Justiça Federal de Santa Catarina condenou a União a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais ao empresário Roberto Carlos Castagnaro, preso e acusado injustamente de lavagem de dinheiro e associação para o tráfico de drogas em 2006. Cabe recurso.
Na sentença que condenou a União, o juiz federal Nelson Gustavo Mesquita Ribeiro Alves observou que depois da exposição do acusado na imprensa, o Ministério Público pediu sua absolvição. “Apesar de toda a exposição midiática negativa sofrida pelo autor, o Ministério Público Federal não encontrou elementos probatórios da prática do crime de lavagem de dinheiro e pugnou pela sua absolvição”.
De acordo com o juiz, a ampla divulgação do inquérito da operação Zapata, que, segundo ele, deveria ser sigiloso, revela que a imprensa teve acesso às investigações que culminaram com a prisão do empresário, “sendo permitido, inclusive, o levantamento fotográfico dos bens apreendidos”. O magistrado também afirma que as a maior parte das reportagens cita como fonte a própria Polícia Federal.
Em defesa da PF, a Advocacia-Geral da União sustentou que os agentes agiram dentro dos limites da lei e que cabia à imprensa responder por eventual notícia veiculada de forma injusta. Os argumentos da defesa não surtiram efeito.
O juiz registrou que, diferentemente do que ocorre com o processo penal, o inquérito tem caráter sigiloso. Ribeiro Alves citou o artigo 20 do Código de Processo Penal, segundo o qual “a autoridade assegurará no inquérito o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da sociedade”.
Para o juiz, “revela-se adequada a restrição da divulgação dos fatos à imprensa, não apenas para a melhor elucidação do caso, mas para preservar os direitos relativos à personalidade dos envolvidos”. Segundo o magistrado, apesar da obrigação legal de manter o sigilo das investigações, houve “inegável contribuição dos agentes públicos na divulgação dos dados do processo e exposição dos bens apreendidos à mídia”.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a AGU informou que vai recorrer da decisão. No entanto, está aguardando as informações que foram solicitadas à Polícia Federal para complementar a apelação. A AGU foi oficialmente intimada da decisão no dia 4 de abril e tem 30 dias para protocolar o recurso.
Limites legais
Na semana passada, o Superior Tribunal de Justiça julgou ilegal a operação Castelo de Areia, também por excessos cometidos pela Polícia Federal durante as investigações. Por três votos a um, os ministros da 6ª Turma do STJ decidiram que a quebra de sigilo de dados telefônicos e a consequente interceptação telefônica de conversas de investigados foi determinada com base apenas em uma denúncia anônima, o que não é permitido.
Na semana passada, o Superior Tribunal de Justiça julgou ilegal a operação Castelo de Areia, também por excessos cometidos pela Polícia Federal durante as investigações. Por três votos a um, os ministros da 6ª Turma do STJ decidiram que a quebra de sigilo de dados telefônicos e a consequente interceptação telefônica de conversas de investigados foi determinada com base apenas em uma denúncia anônima, o que não é permitido.
De acordo com os ministros, denúncias anônimas são importantes instrumentos de auxílio a investigações. Mas não podem justificar, por si só, a quebra de garantias constitucionais. A partir de denúncias anônimas, a Polícia deve fazer investigações preliminares e, só então, no caso de serem encontrados outros indícios, pedir a quebra de sigilos necessários ao esclarecimento dos fatos.
A Procuradoria-Geral da República informou que irá recorrer da decisão porque as primeiras apurações não se basearam apenas em denúncias anônimas. O Ministério Público sustenta que foram feitas investigações preliminares antes do pedido de quebra de sigilo dos investigados.
Clique aqui para ler a decisão do juiz de Santa Catarina que condenou a União.
CNJ mantém punição a juíza por beneficiar empresário
Prova da parcialidade
As decisões do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul que puniram a juíza Maria Elisabeth Weiler, da cidade de Anaurilândia, com indisponibilidade e, depois, com aposentadoria compulsória, estão fundadas em amplo acervo de provas das ilegalidades cometidas por ela no exercício do cargo. Esse foi o fundamento da decisão tomada nesta terça-feira (12/4), por unanimidade, pelo Conselho Nacional de Justiça.
Com base no voto do conselheiro José Adonis, relator do caso, os integrantes do órgão rejeitaram pedido de revisão disciplinar feito pela juíza ao CNJ. Entre as irregularidades que culminaram com a punição da magistrada está a de ferir o dever de ser imparcial ao julgar diversos processos em favor do empresário Luiz Eduardo Bottura — que acumula mais de 200 condenações por litigância de má-fé em centenas de ações que move contra desafetos e respectivos advogados, ou nas quais responde na Justiça.
A juíza contestou duas decisões do TJ de Mato Grosso do Sul. Em uma delas, Margarida Weiler foi punida, entre outras irregularidades, por nomear seu companheiro, o advogado Eduardo Garcia Silveira Neto, para a função de juiz leigo na comarca em que atuava. Outra irregularidade, de acordo com os autos, foi cometida pela juíza ao pedir autorização para uma viagem à cidade de Dourados, mas, movida por vingança, ter ido para São Paulo acompanhar a prisão de um ex-companheiro.
Depois da viagem, ainda segundo o processo, a juíza fez questão de exibir um vídeo da prisão do ex-companheiro para os servidores do fórum. “A exibição do vídeo da prisão de seu ex-companheiro reforça a ideia de vingança, não condizente com a sua condição de magistrada”, anotou o conselheiro José Adonis.
No outro processo administrativo, Margarida Weiler foi punida por se associar ao empresário Luiz Eduardo Bottura, que movia sistematicamente ações contra desafetos na comarca de Anaurilândia, e “permitir ao autor das demandas vantagens patrimoniais ilícitas”.
Para o relator do processo no CNJ, com base nas provas colhidas nas ações disciplinares contra a juíza, fica “evidenciada a parcialidade de sua atuação”. Constam dos autos os depoimentos de três servidores que “atestaram a prioridade de tratamento dispensado a Eduardo Bottura pela juíza”.
Indústria de processos
Em janeiro de 2009, a revista Consultor Jurídico publicou reportagem na qual revelou que, de 600 processos que tramitavam no Juizado Especial da comarca de Anaurilândia na ocasião, um quarto havia sido ajuizado por Bottura. O empresário também era autor de outras 35 ações em andamento na Vara Única local.
Em janeiro de 2009, a revista Consultor Jurídico publicou reportagem na qual revelou que, de 600 processos que tramitavam no Juizado Especial da comarca de Anaurilândia na ocasião, um quarto havia sido ajuizado por Bottura. O empresário também era autor de outras 35 ações em andamento na Vara Única local.
Desde novembro de 2007, quando entrou com a primeira ação na cidade contra o ex-sogro, Adalberto Bueno Netto, e a ex-mulher, Patrícia Bueno Netto, o empresário acumula vitórias judiciais em primeira instância — e derrotas em segunda. Somente contra Patrícia e Adalberto, eram mais de 50 ações.
Em pouco menos de um ano, a juíza Margarida acolheu e deu andamento a mais de 200 processos ajuizados por Bottura. No primeiro deles, uma Medida Cautelar de Alimentos e Arrolamento de Bens proposta em 7 de novembro de 2007, sem ouvir a parte contrária na ação, a juíza fixou pensão de R$ 100 mil em favor de Bottura — que deveria ser paga pelo ex-sogro.
Também mandou apreender diversos bens na casa e no escritório de Bueno Netto, que fica em São Paulo, e determinou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do ex-sogro e da ex-mulher do empresário, e dos familiares e empresas deles.
No processo julgado nesta terça-feira no CNJ, o conselheiro José Adônis incluiu entre as provas de parcialidade da juíza a ementa de uma decisão do TJ de Mato Grosso do Sul que, ao cassar determinação de Margarida Weiler, anota o estranho fato de a magistrada determinar diligências em inquérito policial instaurado em cidade fora de sua competência e perpetrar verdadeira devassa nos dados de desafetos de Bottura, baseada apenas na palavra do empresário.
“Revela-se abusiva e precipitada a decisão judicial que, no inquérito policial instaurado em foro estranho aos fatos, determina, inaudita altera pars, a realização de inúmeras diligências invasivas em outras jurisdições, em detrimento de dezenas de pessoas físicas e jurídicas, calcada em informações unilaterais de pretensa vítima, profissional do ramo da internet, que possui em seu desfavor ou das suas empresas muitos processos cíveis e criminais, em estados e comarcas diversas da federação”, registrou a decisão citada por Adonis.
Ao rejeitar o pedido da juíza feito ao CNJ, o conselheiro José Adonis afirmou que o processo de revisão disciplinar não pode ser usado para reavaliar a prova produzida na corregedoria competente para apurar os fatos — no caso, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. “A revisão disciplinar não se destina a proporcionar novo julgamento substituto do anterior, com reapreciação de todo o acervo probatório”, concluiu.
TCU apura superfaturamento em cartilhas da gestão Lula
O Tribunal de Contas da União (TCU) confirmou superfaturamento e pagamento por serviços fantasmas em contratos firmados pela Presidência para a impressão de 5 milhões de cartilhas de propaganda do governo Lula, entre 2003 e 2005. O montante desviado, entre itens superfaturados e não entregues ao governo, segundo o TCU, é de cerca de R$ 10 milhões.
Foram aplicadas multas de R$ 2,6 milhões a gráficas, agências de publicidade e a parte do núcleo que comandava a área de comunicação do governo, então dirigida por Luiz Gushiken. A decisão do TCU é do dia 29 de março. Agora, o acórdão e cópias do processo seguem à Procuradoria da República, que irá avaliar se houve improbidade administrativa e desvio de recursos.
Foram aplicadas multas de R$ 2,6 milhões a gráficas, agências de publicidade e a parte do núcleo que comandava a área de comunicação do governo, então dirigida por Luiz Gushiken. A decisão do TCU é do dia 29 de março. Agora, o acórdão e cópias do processo seguem à Procuradoria da República, que irá avaliar se houve improbidade administrativa e desvio de recursos.
A partir de 2003, a Secretaria de Comunicação de Governo adquiriu cartilhas para divulgar ações do governo. Normalmente, o material deveria ter sido entregue ao governo e depois distribuído. Mas cerca de 1 milhão de cartilhas, segundo a Secom, teriam sido distribuídas aos diretórios do PT sem passar por controle oficial.
Segundo o TCU, os investigados não conseguiram comprovar que as cartilhas tenham sido entregues ao PT. A decisão ainda levanta a suspeita sobre o PT ao dizer que "o procedimento adotado [...] não permite atestar que tenham sido entregues exemplares da revista, nem [...] permite afastar a possibilidade de que os documentos fiscais tenham constituído apenas crédito do partido para com as gráficas".
Parte do dinheiro do contrato foi parar nas contas das agências Duda Mendonça, do ex-marqueteiro de Lula e réu no mensalão, e Matisse, de Paulo de Tarso Santos, antigo amigo do ex-presidente. Além de ter de devolver o dinheiro, as agências foram multadas em R$ 300 mil (Duda) e R$ 290 mil (Matisse).
Gushiken foi absolvido porque, para o tribunal, ele não teria que manter controle direto sobre essas compras. Foram multados seus ex-subordinados Jafete Abrahão (ex-subsecretário de Publicações, Patrocínios e Normas), Expedito Carlos Barsotti (ex-subsecretário de Publicidade) e Luiz Antônio Moretti e Lúcia Maria Mendes (ex-assessores).
As gráficas Burti, Pancom, Kriativa, Takano e Web foram punidas com multas e devolução do dinheiro. O processo se arrasta no TCU desde 2005, quando o caso foi descoberto e investigado na CPI dos Correios, durante o escândalo do mensalão. Cabe recurso no TCU.
Pânico perde mais uma “batalha” na Justiça
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que a Rede TV! pague R$ 100 mil em indenização a uma mulher, que foi vítima de uma “brincadeira” feita pelo programa Pânico na TV. Durante um quadro gravado na rua, um dos humoristas do grupo jogou baratas vivas numa transeunte. Segundo decisão do STJ, a suposta brincadeira foi “um ato de ignorância e despreparo e a indenização deve reparar não só os danos morais, mas também a veiculação de imagens sem autorização”.
domingo, 10 de abril de 2011
ÁLCOOL GERA 10% DOS CASOS DE CâNCER EM HOMENS
De acordo com um estudo do pidemiologista alemão Madlen Schütze, realizado em oito países da Europa, cerca de 10% dos casos de câncer em homens e 3% em mulheres se devem à ingestão de bebidas alcoólicas. A pesquisa, publicada na revista científica "British Medical Journal", revela que ao menos 40% dos casos de câncer relacionados à ingestão de álcool se dão em indivíduos que superam habitualmente os limites recomendados de consumo diário de álcool. Outro estudo, da Universidade de Oxford, revela ainda que bebidas alcoólicas, mesmo em quantidades abaixo do limite diário recomendado, aumentam o risco de desenvolver câncer. A pesquisa, também realizada em oito países europeus, contabiliza pelo menos 13 mil casos de câncer por ano como culpa do álcool, incluindo tumores na mama, boca, esôfago e intestino.
Informações do Estadão e O Globo.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
ADMINISTRADOR DE ACADEMIA ESCLARECE ACUSAÇÕES DE ASSÉDIO
O administrador da academia Performer de Itabuna, Renisson Aquino, esclareceu ao site “Radar Notícias” a denúncia de assédio sexual em que ele está sendo acusado pela estudante Tatiana Poncino, e ainda uma suposta tentativa de homicídio praticada pelo proprietário da academia, Marcos Luma, contra a mesma garota. O fato foi registrado na Delegacia Especializada de atendimento à Mulher (Deam). (Veja aqui).
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Segundo Renisson Aquino, a jovem esteve na academia na terça-feira (5) para saber o valor da mensalidade, e na quarta-feira (6), por volta das 10h30min, retornou vestida para malhar, mesmo sem ter acertado o valor da mensalidade.
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“Conversamos um pouco, foi quando ela disse que iria começar a malhar naquele dia”, lembra. Renisson conta que depois de malhar, a jovem foi ao banheiro tomar banho, mas logo depois ela saiu alegando que tinha alguém lhe observando no banheiro.
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Renisson afirma que neste momento ele tinha acabado de entrar no banheiro masculino, e o funcionário dos serviços gerais estava limpando o corredor que fica próximo ao banheiro feminino. A estudante afirmou que Renisson ou o funcionário dos serviços gerais teria lhe observado enquanto estava no banho,
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“mas isso era impossível, pois para uma pessoa sair do banheiro masculino e ir para o feminino precisaria de tempo e teria quer ir engatinhando, pois o espaço que liga os dois locais é estreito. A pessoa sairia toda suja e todos veriam”, explica.
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Após o fato, a jovem se retirou da academia, mas retornou horas depois para tirar uma foto do banheiro. Renisson já não estava no local.
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Por conta da confusão, a filha de Marcos Luma segurou a garota pelo braço e a puxou para que saísse do estabelecimento. “Marcos segurou uma barra de ferro apenas para intimidar a garota pedindo que ela saísse do estabelecimento, pois estava provocando transtorno. Só depois disso que ela saiu. Em nenhum momento, ele tentou bater”, completa.
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